Como criar uma fintech? | The AfterPay Podcast #2

Publicado em 7 de junho de 2022.

Tempo de leitura 5 minutos de leitura

Tem episódio novo do The AfterPay Podcast no ar! A segunda edição do podcast da Dock traz como pauta principal os caminhos para negócios que querem descobrir como criar uma fintech – mesmo que não sejam tradicionalmente do setor financeiro. A conversa contou com a participação de dois especialistas no assunto: Rafa Pires, Head of Business da Dock, e Thiago Molina, Superintendente de Clientes da Dock.

 

Neste artigo, vamos resumir os principais pontos abordados nesse episódio do The AfterPay, mas se quiser ouvir logo como foi e saber como criar uma fintech, é só clicar no player abaixo:

 

 

Cenário propício para a evolução do ecossistema de fintechs

Neste episódio do The AfterPay, os pontos de partida da conversa sobre como criar uma fintech foram:

  • O cenário de transformação digital do setor financeiro brasileiro
  • A democratização de serviços com a entrada de novos players no mercado

Mas, o que permitiu esse cenário e acelerou as mudanças? Sem dúvidas, a regulamentação das fintechs pelo Banco Central.

As primeiras fintechs brasileiras surgiram ainda em 2013, contudo a criação de mais negócios com esse perfil se intensificou a partir de 2018 com a Resolução nº 4.657 do BCB.

Deste ano em diante, a competitividade cresceu à medida em que a segurança jurídica foi assegurada às fintechs. E a chegada de novos modelos de negócios trouxe também novas dinâmicas entre as instituições e os clientes no setor financeiro.

“Mudanças significativas nas regras do Banco Central, no nosso cenário doméstico e no processo de investimento, além das novas formas de usar o dinheiro, vêm ajudando o setor financeiro a se desenvolver”, destacou Thiago Molina no podcast.

 

Como criar uma fintech? A resposta está na tecnologia para desbloquear negócios

Com arcabouço regulatório favorável, muitas fintechs e startups puderam florescer. Para tanto, a atuação de empresas de tecnologia para serviços financeiros – como a Dock – foi essencial para trazer diversificação ao mercado, possibilitando a oferta de produtos financeiros por empresas de segmentos variados.

Essa disrupção até pode ter surpreendido os bancos tradicionais, no primeiro momento. Mas, com o amadurecimento do mercado, os incumbentes perceberam que poderiam não só conviver com as fintechs, como tinham uma oportunidade de se associar a elas para desenvolver novos serviços e produtos e oferecer melhores experiências para os seus clientes.

Quer entender melhor? Leia sobre Embedded Finance, o fenômeno que está transformando empresas em ‘bancos’

 

Banking as a service: sua empresa pode ser um ‘banco’!

As mudanças no ambiente regulatório a partir de 2018 viabilizaram o modelo do Banking as a Service, que permite que negócios que não são tradicionalmente do universo financeiro ofereçam soluções de pagamento e banking utilizando plataformas de APIs abertas e altamente flexíveis.

“Temos empresas como a Dock fazendo intermédio de infraestrutura, tecnologia, tesouraria e regulamentação. Assim, uma empresa pode montar um banco e se preocupar apenas com a ponta final, em cuidar do cliente. Muitos estão ofertando produtos financeiros e diversificando seus portfólios de receita, o que é essencial em momento de alta inflação”, observou Rafa Pires no The After Pay.

Quer saber como isso funciona na prática? Veja os casos de uso no varejo, em empresas de logística e venda direta.

Conheça a solução de Banking da Dock: conta completa sem burocracia para seus clientes

 

Consumidor, o centro de tudo na hora de criar uma fintech

A evolução do mercado de pagamentos e banking passa por simplificação de processos, transparência, integração e educação financeira. A desburocratização é inerente à digitalização dos serviços, gera maior dinamismo, inclusão financeira e acessibilidade. Em meio a isso tudo, a jornada do cliente se torna um dos principais desafios das instituições.

Esse novo modelo do setor financeiro, marcado pela inclusão bancária, beneficia o consumidor – as empresas estão cada vez mais empenhadas em oferecer plataformas confiáveis e seguras, que proporcionem boas experiências e satisfaçam os desejos dos clientes.

“As pessoas querem atendimento personalizado. O diferencial não é o produto – os bancos digitais oferecem basicamente os mesmos serviços. O que altera é a experiência”, afirmou Pires.

Leia também: Fintechs de nicho, o futuro das finanças se faz com inclusão e inovação

 

5 tendências do setor de pagamentos e banking

Como vimos, o setor se abriu para tecnologias disruptivas que criaram uma nova dinâmica entre instituições e clientes, marcada por agilidade e eficiência.

Com o Open Finance, o potencial em oferta de crédito e financiamento, por exemplo, cresce ainda mais. Com o fluxo de informações sobre os clientes, fica mais fácil para os credores atenderem às suas necessidades de forma rápida e personalizada.

Agora, confira 5 tendências no setor financeiro destacadas pelos entrevistados do The After Pay:

  • Centralização de serviços e produtos nos superapps;
  • Simplificação de processos para maior fluidez na experiência de compra;
  • Facilitação da oferta de crédito;
  • Redução de fricção na cadeia de pagamentos e checkout rápido;
  • Criptomoedas e metaverso, principalmente em produtos e serviços voltados às gerações Z e Alfa, nativas digitais.

 

Gostou do tema do debate? Então confira o episódio completo do The AfterPay Podcast:

 

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