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Maquininha: como empresas podem transformar terminais de pagamento em vantagem estratégica para os negócios

Publicado em 03 dez 2025. 16 minutos de leitura
Maquininha: como empresas podem transformar terminais de pagamento em vantagem estratégica para os negócios

A maquininha de pagamento já é uma ferramenta indispensável para o pequeno e médio empreendedor brasileiro. Mais do que um meio para receber por vendas, ela se consolidou como um ponto central da gestão financeira no varejo físico. Seja na padaria do bairro, no salão de beleza ou na loja de roupas do centro, a maquininha é o elo entre o cliente e a receita do negócio.

Segundo a pesquisa Fiserv/Sebrae-SP, 95% dos micro e pequenos negócios com vendas presenciais utilizam maquininhas de cartão. Entre esses, 86% declararam que o uso da maquininha é essencial para o funcionamento do negócio e 40% afirmaram que vendem mais por aceitarem meios de pagamento eletrônicos. A receita média mensal processada por maquininha é de R$ 14,3 mil, o que reforça seu papel central na operação financeira desses empreendedores.

Esse uso intenso ocorre em paralelo à transformação do mercado de adquirência no Brasil. De acordo com dados mais recentes do Banco Central, o país registrou 72,5 bilhões de transações de pagamento no primeiro semestre de 2025, totalizando R$ 59,7 trilhões, um aumento de 15,2% em volume de operações e 14,5% em valor comparado ao mesmo período do ano anterior.

Nesse cenário em expansão, empresas que estruturam sua própria operação de adquirência e oferecem maquininhas com marca própria encontram uma oportunidade estratégica. Com soluções white label e modelos como o Acquiring as a Service (AaaS), é possível fidelizar parceiros, controlar a jornada de pagamento e criar novas fontes de receita. Neste artigo, mostramos como esse modelo funciona, os benefícios que oferece e como a Dock viabiliza essa jornada para diferentes tipos de empresas.

 

Para além da maquininha: um ecossistema de serviços

 

No imaginário popular, a maquininha ainda é vista apenas como um terminal que permite ao lojista receber pagamentos com cartão. No entanto, para empresas que atuam no ecossistema de adquirência, ela representa uma plataforma completa de serviços e uma extensão estratégica do relacionamento com o ponto de venda.

Hoje, a maquininha evoluiu para muito além da simples captura de transações. Ela aceita múltiplos meios de pagamento, como, por exemplo, Pix, QR Code e pagamentos por aproximação, e oferece serviços desde antecipação de recebíveis, conciliação de vendas, emissão de relatórios gerenciais até integração com sistemas de gestão e estoque.

Na prática, o terminal se tornou a interface visível de uma cadeia de valor mais ampla. Por trás dele está uma infraestrutura de adquirência que envolve conexão com bandeiras, liquidação financeira, gestão de risco, suporte técnico, atendimento ao lojista e conformidade regulatória. Tudo isso pode ser embarcado em soluções white label com a identidade da empresa que distribui a maquininha.

Portanto, para quem quer atuar como adquirente ou operador de terminais, a maquininha não é apenas um dispositivo. É uma plataforma tecnológica, uma porta de entrada para novos serviços financeiros e uma ponte direta com o lojista. É também um canal de fidelização e geração de receita recorrente, seja por meio de taxas, aluguel ou oferta de serviços adicionais.

 

Fidelizando e monetizando com as maquininhas

 

Ao distribuir maquininhas com sua marca, uma empresa cria um canal direto de relacionamento com lojistas, franqueados ou estabelecimentos parceiros. Essa estratégia permite oferecer condições personalizadas, como taxas mais competitivas, integração com sistemas internos da rede e funcionalidades específicas para o perfil de cada negócio.

Em vez de depender de terceiros, a empresa controla a experiência de ponta a ponta, padroniza o atendimento ao consumidor final e se posiciona como provedora de soluções de pagamento completas e alinhadas à sua proposta de valor.

 

Modelos de monetização

 

Empresas que oferecem maquininhas próprias podem explorar diversas fontes de receita:

  • Taxas de transação (MDR): remuneração direta pela captura de pagamentos com cartão, Pix ou outros meios.
  • Aluguel ou comodato do terminal: modelo recorrente de receita pela cessão do equipamento.
  • Serviços agregados: como antecipação de recebíveis, conciliação financeira, relatórios gerenciais, recarga de celular e venda de seguros.
  • Assinaturas de planos premium: pacotes que incluem funcionalidades adicionais, taxas diferenciadas ou suporte dedicado.

 

Benefícios para a rede parceira

 

Oferecer uma maquininha personalizada com condições especiais gera valor para o lojista e fortalece o vínculo com a empresa distribuidora:

  • Taxas mais competitivas do que o mercado tradicional;
  • Integração com sistemas de gestão, como ERP ou controle de estoque;
  • Acesso a serviços financeiros que facilitam o dia a dia, como antecipação e conciliação automatizada;
  • Padronização da jornada de pagamento em toda a rede, reforçando a identidade da marca.

 

Como ser adquirente e ter sua própria maquininha

 

Atuar como adquirente significa operar toda a cadeia de processamento de pagamentos: desde a captura da transação no ponto de venda até a liquidação dos valores entre o banco do pagador e o banco do recebedor, passando por bandeiras e sistemas regulatórios. Essa operação exige estrutura técnica, conexão com as principais bandeiras (como Visa, Mastercard e Elo), gestão de risco e compliance regulatório.

Hoje, as empresas não precisam construir essa infraestrutura do zero. Com modelos como o Acquiring as a Service (AaaS), é possível terceirizar a operação para uma plataforma robusta como a Dock e focar no que realmente importa: a distribuição, a experiência do lojista e a geração de receita.

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Como as maquininhas se encaixam no modelo white-label

 

Ao estruturar uma operação de adquirência, a empresa pode distribuir maquininhas sob sua própria marca, embarcando a lógica do negócio diretamente no terminal.

Isso inclui desde taxas personalizadas até serviços integrados e suporte técnico especializado. As maquininhas funcionam como o canal físico dessa operação, conectando o lojista à infraestrutura digital da adquirência.

Além da captura de pagamento, o terminal pode integrar com sistemas de venda, estoque e ERP do varejista ou franqueado, criando um ecossistema unificado e eficiente.

 

Ilustrando o poder das maquininhas próprias

Imagine uma rede de franquias de alimentação que decide adotar maquininhas com sua própria marca. Cada loja recebe um terminal padronizado, com taxas negociadas de forma centralizada. Isso gera ganhos importantes:

  • Padronização da experiência de pagamento em todas as unidades.
  • Melhor poder de barganha com as bandeiras, negociando em bloco.
  • Visibilidade unificada dos dados de venda da rede, com dashboards consolidados.
  • Oferta de antecipação de recebíveis para franqueados com taxas especiais.

Nesse modelo, a rede não só melhora a experiência do consumidor, mas também amplia seu portfólio de serviços para os franqueados e monetiza parte relevante da operação de pagamentos.

 

Quais empresas podem se beneficiar de ter as próprias maquininhas

 

O modelo de maquininhas personalizadas e operação white label é especialmente atrativo para organizações que possuem uma base de relacionamento ativa e distribuída, seja com franqueados, revendedores, lojistas independentes ou parceiros comerciais. Alguns perfis se destacam:

 

Redes de franquias

Franquias de alimentação, serviços ou varejo podem distribuir maquininhas padronizadas para todas as unidades franqueadas. Isso facilita a gestão financeira, centraliza a negociação com bandeiras e fortalece o posicionamento da marca.

 

Varejistas com operação física ou digital

Redes de supermercados, lojas de conveniência ou grandes varejistas podem explorar esse modelo como uma forma de integrar melhor os pontos de venda ao ecossistema da empresa, além de oferecer serviços financeiros aos comerciantes independentes parceiros ou concessionários.

 

Instituições financeiras regionais ou cooperativas

Bancos locais, cooperativas de crédito e sociedades garantidoras podem operar maquininhas com identidade própria, fortalecendo a presença local e entregando soluções completas de pagamento à sua base.

 

Marketplaces e plataformas B2B

Marketplaces e plataformas de venda entre empresas (B2B) podem embarcar maquininhas personalizadas para garantir padronização nos meios de pagamento e fidelizar a base de vendedores com taxas e serviços exclusivos.

Em comum, todas essas organizações têm algo valioso: um relacionamento pré-estabelecido com comerciantes ou parceiros que pode ser potencializado por meio da oferta de uma solução de pagamento robusta, integrada e alinhada com seus objetivos estratégicos.

 

Um exemplo prático

 

Imagine uma rede de franquias de alimentação saudável que decide lançar sua própria maquininha. Com o apoio da infraestrutura de um provedor de Acquiring as a Service, a rede consegue padronizar a jornada de pagamento em todas as unidades, com terminais personalizados que reforçam a identidade da marca. Cada franqueado recebe um equipamento já integrado ao sistema de gestão da rede, com taxas negociadas coletivamente e suporte técnico centralizado.

Além disso, a rede passa a ter acesso a dados consolidados de vendas, o que permite identificar sazonalidades, prever fluxo de caixa e até oferecer antecipação de recebíveis em condições vantajosas. Com o histórico transacional da base, a franqueadora também pode oferecer crédito personalizado aos franqueados, ampliando o portfólio de serviços e promovendo a fidelização do canal.

Com essa estratégia, a rede não apenas melhora a eficiência da operação e a experiência do consumidor final, como também cria uma nova fonte de receita com a adquirência e fortalece o vínculo com a sua rede de parceiros.

 

Vantagens da maquininha personalizada para redes e franquias

 

Ao adotar maquininhas com marca própria, redes e franquias criam uma camada adicional de padronização, controle e diferenciação em suas operações. Isso se traduz em diversos benefícios práticos e estratégicos:

 

Padronização da solução de pagamento

Todas as unidades da rede operam com a mesma tecnologia, layout e configuração, o que facilita o suporte, o treinamento de equipes e a experiência do consumidor.

 

Negociação em bloco e melhores condições

Com volume concentrado, a rede consegue negociar taxas de transação (MDR) e tarifas de antecipação com mais poder de barganha frente a bandeiras e subadquirentes. Isso se reflete em condições financeiras mais vantajosas para toda a rede.

 

Coleta e consolidação de dados

A maquininha se torna uma fonte rica de dados operacionais e financeiros, que podem ser agregados em relatórios consolidados por região, loja ou perfil de cliente. Esses dados alimentam a tomada de decisão estratégica e possibilitam ações de crédito, precificação e marketing.

 

Ofertas financeiras personalizadas

Com base no histórico de vendas captado pelas maquininhas, a empresa pode oferecer produtos financeiros sob medida aos franqueados ou parceiros, como linhas de crédito, seguros, soluções de capital de giro e antecipação de recebíveis.

 

Diferenciação no mercado

Redes que operam com maquininhas genéricas não oferecem os mesmos níveis de controle, dados e personalização. Já uma maquininha com a identidade da marca transmite profissionalismo, confiança e reforça a proposta de valor da rede frente à concorrência.

 

Como as maquininhas agregam valor aos negócios

 

Ao oferecer uma maquininha moderna, conectada e multifuncional, empresas ampliam o valor percebido pelo lojista e elevam a qualidade da experiência de pagamento. O diferencial está na camada de tecnologia embarcada e nos serviços que tornam o terminal mais que um ponto de venda: um hub de gestão e relacionamento.

 

Funcionalidades e tecnologias que fazem a diferença

 

  • Pix nativo e QR Code dinâmico: integração direta com o sistema do Banco Central, permitindo transações instantâneas com emissão do QR Code direto no terminal.
  • Antecipação de recebíveis: opção automatizada de liquidação antecipada para cartões ou Pix, com visualização de valores disponíveis na própria tela.
  • Relatórios gerenciais e conciliação: dashboards acessíveis pelo terminal ou aplicativo com dados de vendas, extrato diário, taxas aplicadas e previsão de recebimento.
  • Integração com ERP e sistemas de vendas: conexão com softwares de frente de caixa, controle de estoque e emissão de nota fiscal.
  • Aceitação multicanal: além de cartões (chip, tarja e contactless), suporte a carteiras digitais (Apple Pay, Google Pay) e links de pagamento.
  • Recursos white label: personalização visual e funcional do terminal, com identidade da empresa, aplicativos próprios e telas adaptadas.
  • Funcionalidades adicionais: recarga de celular, venda de seguros, emissão de boletos, entre outros serviços financeiros embarcados.

 

Experiência unificada, digital e integrada

Ao concentrar esses recursos em um único dispositivo, a empresa entrega ao lojista não apenas uma solução de pagamento, mas um ponto de controle da operação. Isso reduz atrito, melhora a previsibilidade de caixa e cria novas oportunidades de receita, tanto para o operador da maquininha quanto para o comerciante.

 

Dock: ajudando empresas a lançarem suas próprias maquininhas

 

A Dock, líder em soluções de infraestrutura financeira na América Latina, oferece uma solução completa para empresas que desejam operar maquininhas com sua marca, incluindo toda a infraestrutura regulatória, tecnológica e operacional por trás da adquirência.

Com um plataforma de adquirência white label, por meio do modelo Acquiring as a Service (AaaS), organizações de diversos portes podem lançar seu próprio ecossistema de pagamentos sem precisar construir uma operação do zero.

 

As vantagens da solução AaaS da Dock

  • Conexão com bandeiras e liquidação de transações;
  • Processamento de pagamentos e roteamento inteligente;
  • Gestão de risco, antifraude e compliance regulatório;
  • Infraestrutura tecnológica pronta para maquininhas e e-commerce;
  • Portal de gestão para monitoramento em tempo real;
  • Suporte técnico, onboarding e atendimento ao lojista;
  • Serviços white label: identidade visual, aplicativos e personalização dos terminais.

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Benefícios para empresas que contratam esse serviço

  • Time to market acelerado: vá ao mercado em semanas, não em anos;
  • Foco na experiência e na distribuição: enquanto a Dock cuida da infraestrutura;
  • Escalabilidade e segurança: base tecnológica robusta, aderente às exigências do Banco Central;
  • Acesso a novos modelos de receita: taxas de transação, antecipação, aluguel de terminal e serviços financeiros embarcados.

 

A sua empresa pode ser a próxima a entrar no mercado de adquirência! Fale com o nosso time para saber como!

 

Como capturar valor com maquininhas na sua operação

 

A maquininha de pagamento deixou de ser apenas um dispositivo de captura de transações para se tornar uma plataforma estratégica de relacionamento, monetização e controle. Para empresas que atuam ou desejam atuar como adquirentes, esse modelo oferece uma oportunidade concreta de gerar valor recorrente, fidelizar parceiros e ampliar o portfólio de soluções financeiras.

Ao personalizar a jornada do lojista, centralizar dados transacionais e oferecer serviços integrados como antecipação de recebíveis, relatórios, crédito e conciliação, a maquininha se transforma em um hub de inovação e eficiência.

Com a estrutura de Acquiring as a Service da Dock, essa visão deixa de ser um projeto complexo e se torna uma estratégia viável e escalável. Nossa solução permite que fintechs, redes de franquia, bancos e plataformas digitais lancem seu próprio ecossistema de adquirência com agilidade, segurança e tecnologia de ponta.

 

FAQ: principais perguntas sobre maquininhas

 

O que é uma maquininha de cartão?

É um terminal de pagamento que permite a aceitação de diferentes meios de pagamento, como cartões de crédito, débito, Pix e carteiras digitais. Hoje, ela é muito mais do que um leitor de cartão: é uma plataforma que pode incluir funcionalidades como antecipação de recebíveis, relatórios financeiros e integração com sistemas de gestão.

 

Qual a diferença entre ser adquirente e revender maquininhas?

Ser adquirente significa operar toda a cadeia de processamento dos pagamentos, desde a captura até a liquidação com as bandeiras e bancos. Já revender maquininhas normalmente envolve distribuir terminais de outros adquirentes, sem controle sobre taxas, suporte ou dados transacionais.

 

É possível ter maquininhas com minha própria marca?

Sim. Com soluções white label, como a da Dock, empresas podem lançar maquininhas personalizadas com sua marca, configuradas com taxas, planos e serviços próprios.

 

Que tipo de empresa pode se beneficiar de ter sua própria maquininha?

Redes de franquia, varejistas, fintechs, plataformas B2B, cooperativas e instituições financeiras locais são exemplos de organizações que podem transformar maquininhas em canais de receita, fidelização e inteligência de negócio.

 

Quais são os modelos de monetização disponíveis?

Os principais modelos envolvem taxas de transação (MDR), aluguel do terminal, antecipação de recebíveis e serviços agregados, como relatórios, seguros e crédito.

 

É necessário ter estrutura própria para ser adquirente?

Não. Com modelos como o Acquiring as a Service, a Dock fornece toda a infraestrutura tecnológica, regulatória e operacional para que sua empresa se concentre na distribuição e no relacionamento com os lojistas.

Maquininhas: o que você viu neste artigo

  • A maquininha é um canal estratégico de gestão financeira e não apenas um terminal de captura de transações. Atualmente, 95% dos pequenos negócios usam maquininhas, com receita média mensal de R$ 14,3 mil por terminal.
  • Empresas podem personalizar maquininhas com sua marca e criar novas fontes de receita recorrente. A oferta de serviços agregados como antecipação, conciliação e relatórios aumenta o valor percebido.
  • Ser adquirente permite maior controle sobre taxas, dados e experiência do lojista.
  • Franquias e varejistas ganham escala e poder de negociação ao padronizar o pagamento com maquininhas próprias.
  • Plataformas como a Dock viabilizam a operação de adquirência via modelo Acquiring as a Service (AaaS).
  • Tecnologias como QR Code Pix, integração com ERP e aceitação NFC diferenciam as soluções no mercado.
  • Dados transacionais permitem oferecer crédito, seguros e serviços sob medida para parceiros.

 

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